“Se Hillary fosse eleita, passaríamos os próximos 4 a 8 anos discutindo ‘masculinidade tóxica’.”


Fonte:   http://bit.ly/2fXyDnJ  

– Suzanne Venker, autora de O Outro Lado do Feminismo (2011) e A Guerra aos Homens (2012), 2016.

“Não seria exagero dizer que se Hillary Clinton fosse nossa próxima presidente ao invés de Donald Trump, a conversa que estaríamos tendo agora, e pelos próximos quatro ou oito anos, não seria sobre como fortalecer e proteger os EUA via controle de imigração e combate ao ISIS, ou sobre liberdade educacional e redução de impostos.

A conversa seria sobre como é horrível a vida de mulheres e meninas, sobre os homens terem que se livrar da sua ‘masculinidade tóxica’, sobre eles quererem se apossar do corpo das mulheres, e sobre as mulheres estarem em débito com a sociedade em serem presidentes de empresas para saciar uma minoria de mulheres obcecadas com poder e que não estão nem aí para as necessidades das crianças.

Nada disso é o que querem discutir as estadunidenses, e nem tampouco o que acreditam.”


“It is not an exaggeration to say that if Hillary Clinton were our president instead of Donald Trump, the conversation we’d be having right this moment, and for the next four or eight years, would not be about making America stronger and safer via immigration control and by defeating ISIS, nor would it be about school choice or lower taxes.

It would be about how terrible life is for women and girls. It would be about how men need to rid themselves of their ‘toxic masculinity’. It would be about how men want to own women’s bodies. It would be about how women owe it to society to become CEOs in order to satisfy a minority of women who are obsessed with power and who couldn’t care less about the needs of children.

None of that is what American women want to talk about, nor is it what they believe.

– Susanne Venker, “America Dodged A Feminist Presidency”, Daily Caller, 15.11.2016. http://bit.ly/2gjCaRe

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