“A misandria está tão enraizada que nem os homens a percebem.”


Fonte:   http://bit.ly/28IxgcF  

– Dra. Katherine Young, McGill University, Canadá, 2001.

McGill U.: “A misandria está tão enraizada que nem os homens a percebem.”

“Começamos a ver um padrão emergir, e nos surpreendemos com quão extensamente a misandria está representada. Com isso e com o fato de que não havia absolutamente nenhuma crítica a esse respeito em lugar algum. Simplesmente não é levado a sério. A misandria se enraizou tanto na nossa cultura que poucas pessoas – incluindo homens – a reconhecem. Problemas assim deveriam soar muito familiares. São precisamente os mesmos que surgiram há 30 anos, em conexão a discussões sobre como mulheres eram retratadas na cultura popular. É parte de uma fórmula na nossa cultura em que mulheres são retratadas como vítimas, deixando para os homens o papel de algoz. É uma abordagem ideológica que insiste em que o mal vem ‘deles’. Este ‘eles’ muda ao longo do tempo, mas é sempre um outro reconhecível, seja de uma raça, nacionalidade ou sexo diferente.

Em grande parte, isso se resume a dinheiro. Os executivos que decidem que filmes ou programas de televisão serão produzidos estimam pelo que as pessoas pagarão para ver. A cultura popular tanto gera quanto reflete nossas atitudes, embora não saibamos ao certo em que ordem. Isso está errado. Torna-se uma questão fundamental de identidade para os meninos. Nosso senso de identidade é formado no contexto de qual é a contribuição distintiva que fazemos à sociedade. Se tudo que um garoto vê são imagens negativas associadas aos homens, ele só pode escolher entre uma identidade negativa ou nenhuma identidade. Não há desculpa alguma para estereótipos negativos de qualquer tipo. O que apresentamos é a verdade; estamos pedindo apenas que isso seja analisado objetivamente.”

– Todd Hoffman, “Popular culture’s war on men”, McGill Reporter, Vol 34, 2001-2002, 8.11.2001. Fonte: http://bit.ly/28K7sdI

Comentários